Mostrando postagens com marcador morte. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador morte. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Amityville

"Imagem verídica da casa"
Corria o ano de 1977 quando o escritor Jay Anson lançou o livro «O Horror em Amityville: uma História Verídica», tendo obtido enorme sucesso junto do público e sendo adaptado posteriormente ao cinema. O livro falava sobre experiências paranormais vividas pela família Lutz numa casa mal assombrada localizada na Avenida Ocean 112, em Amityville, Nova Iorque, E.U.A..
Segundo o autor, o livro descreve acontecimentos verídicos. Tudo teria começado a 13 de novembro de 1974 quando seis moradores da casa foram friamente assassinados enquanto dormiam. Ronald DeFeo Jr., de 23 anos, matou a tiro o pai, Ronald DeFeo, a mãe, Louise Brigante-DeFeo, os dois irmãos, Marc e John, e as duas irmãs, Dawn Theresa e Allison Louise. O assassino, que cumpre pena, teria sido mentalmente impelido a cometer o crime por forças «sobrenaturais», provavelmente provenientes de um velho cemitério indígena sobre o qual foi construído o imóvel».
"A retirada dos corpos da família DeFeo"
Jay Anson escreveu que a família Lutz ficou apenas 28 dias na moradia porque não suportou mais a violência dos constantes fenômenos. Portas foram arrancadas, móveis arrastavam, uma estranha substância verde escorria do tecto, nuvens de insetos atacavam as crianças e vozes demoníacas soavam pelos quartos. As forças do mal teriam até expulsado um padre que tentou exorcizá-las.
Pesquisadores como Joe Nickel e Rick Moran estudaram cuidadosamente a história da casa e de todos seus moradores. Entrevistaram vizinhos e também o Padre expulso pelos «espíritos do mal». Todos os que se envolveram no caso acabaram descobrindo que os horrores estavam apenas nas páginas de uma fantasia literária. Entre as muitas contradições comprovadas: as portas nunca foram arrancadas dos seus lugares; as dobradiças, parafusos, fechaduras e maçanetas continuavam como eram antes do crime; a tribo de índios que teria criado o tal cemitério nunca viveu na região de Amityville; o Padre disse que jamais viu nada de anormal na casa; não existe nenhuma ocorrência policial associada ao período da residência da família Lutz, contrariando o que diz o livro e os filmes.
Por fim, Ronald DeFeo Jr. admitiu perante seu advogado, William Weber, que tudo foi uma divertida criação dele em conluio com a família Lutz com o propósito de ganhar dinheiro. Mas, ainda assim, muita gente continua a crer que o episódio realmente aconteceu conforme descreve o livro de ficção.
Certo é que a história continua a fazer render, o que comprova a estreia nos cinemas americanos, a 15 de abril de 2005, de «The Amityville Horror» uma das mais recentes versões da obra, tendo por protagonistas Ryan Reynolds e Melissa George.

James Dean e o Little Bastard

"Estou destinado a morrer de desastre de automóvel"
(James Dean *1931 †1955)

James Dean, ator americano, nascido em Fevereiro de 1931, foi considerado como a personificação da rebeldia da juventude dos anos 50 e, hoje em dia, é um dos ícones culturais dos EUA. Amante de grandes velocidades, Dean participava regularmente em corridas com o seu Porsche 356 Speedster.
Em 1955, James Dean trocou o seu carro por um novo Porsche 550 Spyder e mandou personalizá-lo ao mesmo homem que anos mais tarde viria a desenhar o batmobile. O carro sofreu algumas alterações e recebeu, então, o nome de "The Little Bastard".

O primeiro a quem James mostrou o carro, foi ao actor Alec Guinness, o mesmo que mais tarde viria a protagonizar o filme "Star Wars: Guerra das Estrelas" como o mester jedi Obi-Wan Kennobi, que apenas disse que o carro tinha um ar sinistro e que o amigo acabaria por ser morto pelo carro ao fim de uma semana.
Sete dias depois,No dia 30 de setembro de 1955, James Dean e seu mecânico particular saíram com o propósito de ir para a pista de corridas em Salinas, Califórnia, onde Dean tinha combinado competir com o veiculo. Embora, originalmente, o Porsche devesse ser transportado em um trailer, Dean mudou de idéia e decidiu dirigi-lo.
Acompanhado por Wuetherich, depois de uma hora de viagem, Chegaram a um cruzamento, próximo à cidade de Cholame - James avistou outro carro na contra mão. "Ele tem que parar, ele tem de nos ver",gritou Dean. Mas não foi assim. Dean bateu num Ford Custom Tudor modelo 1950 dirigido por Donald Turnupseed, que vinha na direção oposta e não percebeu a presença do Porsche prateado. O acompanhante de Dean quebrou uma perna e sofreu contusões múltiplas e cortes por todo corpo, mas o astro morreu a caminho do hospital. O motorista do outro carro não quebrou o Nariz declarou que não viu o carro de Dean aproximando-se de frente.

Desde dessa altura, o "The Little Bastard" matou, ou mutilou, todos aqueles que tiveram contacto directo com ele. Isto criou, então, o mito da sua maldição, que perdura até hoje.
George Barris, o personalizador do famoso carro, foi quem ficou com os seu "destroços", comprando a carcaça do carro por 2500 dólares. Logo a tirar o carro do local, quando Barris o mandou retirar, o carro cai do reboque e parte a perna a um mecânico. Foi então que o novo dono do carro decidiu vender algumas das suas peças que ainda estavam capazes, espalhando assim a maldição.

- George Barkuis, o motorista que dirigia o caminhão que foi buscar o carro,morreu quando o Porsche caiu sobre ele no mesmo lugar do acidente.
-George Barris enviou o que sobrou do carro para uma garagem. Assim que o mecânico começou a descarregá-lo, o carro subitamente escorregou, caindo e quebrando as pernas do mecânico.

-O primeiro comprador das peças do Porsche o Dr. Troy McHenry comprou o motor do carro em 1956, mas depois morreu, quando o veículo escapou de seu controle, durante uma corrida na feira de Pomona.

-O segundo comprador o Dr.Richard von Falkenburg durante a mesma corrida, ao fazer uma curva, o seu carro subitamente trava e capota, deixando o condutor gravemente ferido.

Algum tempo depois, George Barris, que ainda detinha o carro, vendeu as únicas peças do carro que, incrivelmente, ficaram intactas: as duas rodas dianteiras, a um homem que, pouco tempo depois, teve um acidente na estrada quando os dois pneus dessas rodas rebentaram simultaneamente.
-Mas, à medida que o tempo passava e as histórias do 550 Spyder eram contadas, este ia ganhando fama e despertava grande curiosidade em toda a gente, e foi então que dois meninos, motivados por essas histórias, quiseram roubar o que ainda sobrava do carro. Os dois assaltantes tentaram roubar o volante e o banco do condutor, que ainda estava sujo com o sangue de Dean. Um ficou com um braço rasgado, enquanto que o outro acabou ferido em várias partes do corpo, e nenhum consegiu levar o que queria...
Todos estes incidentes levaram George Barris a esconder o carro, mas rapidamente foi convencido pela policia da Califórnia a expo-lo no sentido de consciencializar as pessoas sobre a responsabilidade na estrada.
-Durante a primeira exposição, a garagem onde o carro onde James Dean morrera estava exposto incendiou-se. Tudo o que havia para arder,ardeu,tudo o que havia para queimar, queimou,nada se safou, à exceção do carro, que permaneceu intacto,exactamente igual ao dia em que ali foi posto.
-Na segunda exposição, que ocorreu numa escola, o suporte onde o "Little Bastard" estava exposto parte, deixando-o cair sobre um aluno que estava a admira-lo, partindo-lhe a bacia.
Desde então o carro foi transportado várias vezes de local em local. Numa delas, o camião que o transportava tem um acidente, (novamente) devido ao condutor perder o controle sobre o carro, capota e o condutor acaba morto esmagado pelo carro amaldiçoado.

-Em 1958, Barris emprestou a carroceria do Porsche 550 para ser exposta numa amostra sobre segurança veicular em Miami, Flórida. Quando o carro foi colocado em cima do caminhão para ser levado a Los Angeles desapareceu misteriosamente. Nunca chegou ao seu destino. Até hoje, o paradeiro do "Little Bastard" é desconhecido por completo.

Guilhotina - a gélida lamina da morte

"Repleta teu cesto divino com cabeças de tiranos.../Santa Guilhotina, protetora dos patriotas,/Rogai por nós./Santa Guilhotina, calafrio dos aristocratas,/Protegei-nos!"

(Prece revolucionária, 1792-1794)

A guilhotina é um instrumento utilizado para aplicar a pena de morte por decapitação. O aparelho é constituído de uma grande armação reta (aproximadamente 4 m de altura) à qual é suspensa uma lâmina triangular pesada (cerca de 40 kg). A lâmina é guiada à parte superior da armação por uma corda, e fica mantida no alto até que a cabeça do condenado seja colocada sobre uma barra que a impede de se mover. Em seguida, a corda é liberada e a lâmina cai de uma distância de 2,3 metros, seccionando o pescoço da vítima. (As medidas e peso indicados são os das normas francesas).

Foi o médico francês Joseph-Ignace Guillotin (1738-1814) que sugeriu o uso deste aparelho na aplicação da pena de morte. Guillotin considerava este método de execução mais humano do que o enforcamento ou a decapitação com um machado. Na realidade, a agonia do enforcado podia ser longa, e certas decapitações a machado não cumpriam seu papel ao primeiro golpe, o que aumentava consideravelmente o sofrimento da vítima. Guillotin estimava que a instantaneidade da punição era a condição necessária e absoluta de uma morte decente.

Mas não foi ele o inventor desse aparelho de cortar cabeças, usado muitos séculos antes. Guillotin, na verdade, apenas sugeriu sua volta na Revolução Francesa como eficiente método de execução humana. O aparelho serviu para decapitar 2794 "inimigos da Revolução" em Paris.


No primeiro projeto de guilhotina havia uma lâmina horizontal. Foi o doutor Louis, célebre cirurgião da época, que preconizou, em um relatório entregue em 7 de março de 1792, a construção de um aparelho a lâmina oblíqua, única maneira de matar todos os condenados com certeza e rapidez, o que era impossível com uma lâmina horizontal.

Calculam-se 15 mil vítimas da guilhotina entre 1792 e 1799.



Guilhotinados Célebres (França)

21 de janeiro de 1793 : Louis XVI, ex-rei da França
16 de outubro de 1793 : Maria-Antonieta da Áustria, ex-rainha da França
8 de maio de 1794 : Lavoisier, químico francês, considerado o criador da Química moderna.

(Fonte: Wikipédia)


Este foi o primeiro projeto de guilhotina a ser inventado. Era feito de madeira e pregos. O condenado colocava seu pescoço no espaço determinado e um dos carrascos segurava uma "lâmina" de madeira, enquanto outro desferia um golpe certeiro com o machado nesse pedaço de madeira que decepava a cabeça do acusado. Nem preciso falar que nem sempre se conseguia uma morte rápida.