quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Amityville
James Dean e o Little Bastard
"Estou destinado a morrer de desastre de automóvel"
(James Dean *1931 †1955)
James Dean, ator americano, nascido em Fevereiro de 1931, foi considerado como a personificação da rebeldia da juventude dos anos 50 e, hoje em dia, é um dos ícones culturais dos EUA. Amante de grandes velocidades, Dean participava regularmente em corridas com o seu Porsche 356 Speedster.
Em 1955, James Dean trocou o seu carro por um novo Porsche 550 Spyder e mandou personalizá-lo ao mesmo homem que anos mais tarde viria a desenhar o batmobile. O carro sofreu algumas alterações e recebeu, então, o nome de "The Little Bastard".
O primeiro a quem James mostrou o carro, foi ao actor Alec Guinness, o mesmo que mais tarde viria a protagonizar o filme "Star Wars: Guerra das Estrelas" como o mester jedi Obi-Wan Kennobi, que apenas disse que o carro tinha um ar sinistro e que o amigo acabaria por ser morto pelo carro ao fim de uma semana.
Sete dias depois,No dia 30 de setembro de 1955, James Dean e seu mecânico particular saíram com o propósito de ir para a pista de corridas em Salinas, Califórnia, onde Dean tinha combinado competir com o veiculo. Embora, originalmente, o Porsche devesse ser transportado em um trailer, Dean mudou de idéia e decidiu dirigi-lo.
Acompanhado por Wuetherich, depois de uma hora de viagem, Chegaram a um cruzamento, próximo à cidade de Cholame - James avistou outro carro na contra mão. "Ele tem que parar, ele tem de nos ver",gritou Dean. Mas não foi assim. Dean bateu num Ford Custom Tudor modelo 1950 dirigido por Donald Turnupseed, que vinha na direção oposta e não percebeu a presença do Porsche prateado. O acompanhante de Dean quebrou uma perna e sofreu contusões múltiplas e cortes por todo corpo, mas o astro morreu a caminho do hospital. O motorista do outro carro não quebrou o Nariz declarou que não viu o carro de Dean aproximando-se de frente.
Desde dessa altura, o "The Little Bastard" matou, ou mutilou, todos aqueles que tiveram contacto directo com ele. Isto criou, então, o mito da sua maldição, que perdura até hoje.
George Barris, o personalizador do famoso carro, foi quem ficou com os seu "destroços", comprando a carcaça do carro por 2500 dólares. Logo a tirar o carro do local, quando Barris o mandou retirar, o carro cai do reboque e parte a perna a um mecânico. Foi então que o novo dono do carro decidiu vender algumas das suas peças que ainda estavam capazes, espalhando assim a maldição.
- George Barkuis, o motorista que dirigia o caminhão que foi buscar o carro,morreu quando o Porsche caiu sobre ele no mesmo lugar do acidente.
-George Barris enviou o que sobrou do carro para uma garagem. Assim que o mecânico começou a descarregá-lo, o carro subitamente escorregou, caindo e quebrando as pernas do mecânico.
-O primeiro comprador das peças do Porsche o Dr. Troy McHenry comprou o motor do carro em 1956, mas depois morreu, quando o veículo escapou de seu controle, durante uma corrida na feira de Pomona.
-O segundo comprador o Dr.Richard von Falkenburg durante a mesma corrida, ao fazer uma curva, o seu carro subitamente trava e capota, deixando o condutor gravemente ferido.
Algum tempo depois, George Barris, que ainda detinha o carro, vendeu as únicas peças do carro que, incrivelmente, ficaram intactas: as duas rodas dianteiras, a um homem que, pouco tempo depois, teve um acidente na estrada quando os dois pneus dessas rodas rebentaram simultaneamente.
-Mas, à medida que o tempo passava e as histórias do 550 Spyder eram contadas, este ia ganhando fama e despertava grande curiosidade em toda a gente, e foi então que dois meninos, motivados por essas histórias, quiseram roubar o que ainda sobrava do carro. Os dois assaltantes tentaram roubar o volante e o banco do condutor, que ainda estava sujo com o sangue de Dean. Um ficou com um braço rasgado, enquanto que o outro acabou ferido em várias partes do corpo, e nenhum consegiu levar o que queria...
Todos estes incidentes levaram George Barris a esconder o carro, mas rapidamente foi convencido pela policia da Califórnia a expo-lo no sentido de consciencializar as pessoas sobre a responsabilidade na estrada.
-Durante a primeira exposição, a garagem onde o carro onde James Dean morrera estava exposto incendiou-se. Tudo o que havia para arder,ardeu,tudo o que havia para queimar, queimou,nada se safou, à exceção do carro, que permaneceu intacto,exactamente igual ao dia em que ali foi posto.
-Na segunda exposição, que ocorreu numa escola, o suporte onde o "Little Bastard" estava exposto parte, deixando-o cair sobre um aluno que estava a admira-lo, partindo-lhe a bacia.
Desde então o carro foi transportado várias vezes de local em local. Numa delas, o camião que o transportava tem um acidente, (novamente) devido ao condutor perder o controle sobre o carro, capota e o condutor acaba morto esmagado pelo carro amaldiçoado.
-Em 1958, Barris emprestou a carroceria do Porsche 550 para ser exposta numa amostra sobre segurança veicular em Miami, Flórida. Quando o carro foi colocado em cima do caminhão para ser levado a Los Angeles desapareceu misteriosamente. Nunca chegou ao seu destino. Até hoje, o paradeiro do "Little Bastard" é desconhecido por completo.
O mistério das caveiras de cristal


No final da Década de 1890 apareceram no México duas caveiras de quartzo transparente. Tratava-se de duas peças únicas no seu género, supostamente descobertas por mercenários que obtiveram as caveiras de camponeses locais, que por sua vez, roubaram de tumbas da região. Uma dessas peças é conhecida actualmente como "A Caveira de Cristal Britânica". Ao que parece, a famosa joa1heria Nova Iorquina Tiffany''s comprou uma das caveiras e depois, em 1898, o Museu Britânico adquiriu-a e ela permanece lá até hoje...A outra é chamada de "Caveira de Paris", exposta no Museu Trocadero, da Capital Francesa. Tem uma agulheta que atravessa de cima a baixo (supostamente feita por um grupo cristão para inserir nela uma cruz). Seu estilo, forma e corte são similares a outras caveiras de cristal mais pequenas descobertas em diversas ruínas do México e atribuídas aos Astecas. Os traços faciais são muito toscos se comparados com as demais do mesmo material, mas esta é quase de tamanho humano.No momento em que saiu a público o mistério das caveiras de cristal apareceu o chamado crânio de Mitchell-Hedges. Esta peça foi descoberta nas ruínas de uma cidade Maia em Belize (Honduras Britânicas) em 1924. Naquele ano, o explorador F. A. Mitchell-Hedges realizou uma expedição ao coração de Belize com a intenção - segundo o relato da sua filha adoptiva, Arma - de encontrar evidências arqueológicas da Atlântida perdida.Os nativos locais guiaram-no até umas ruínas Maias, completamente escondidas pela vegetação. Assim que a eliminaram com fogo, surgiu uma enorme cidade com muitos edifícios. Ao que parece, e antes do descobrimento oficial aquela localidade recebia, no dialecto Maia, o nome de Lubaantum, (Cidade da Pedra Caída). Arma afirma que no dia de seu 17º aniversário, enquanto caminhava pelas ruínas, algo reflectiu a luz do Sol, atraindo a sua atenção. Naqueles dias, seu pai encontrava-se na Inglaterra arrecadando recursos financeiros para a expedição, e quando regressou, Arma mostrou-lhe imediatamente o referido lugar.Após algumas horas levantando pedras pesadas, ajudados pela população local, acharam a parte superior de um crânio de cristal perfeito. Seis semanas mais tarde, numa área diferente, cheia de andares, a mesma equipe de homens descobriu a sua mandíbula. Tratava-se de um objecto fabricado com quartzo transparente, formado por duas peças distintas, com uma mandíbula articulada e do mesmo tamanho que um crânio humano.Em 1964, Arma Mitchell-Hedges conheceu um pesquisador de enigmas Arqueológicos chamado Frank Dorland, durante a Exposição Universal de Nova York. Dorland investigou esta caveira de cristal durante os seis anos seguintes até que, finalmente, decidiu levá-la a Hewlett Packard, uma companhia de computadores.Esta empresa, que dispõe de um dos laboratórios de cristal mais sofisticados do Mundo, examinou o crânio em 1971. Entretanto, os especialistas não se mostraram demasiados seguros em poder duplicar a peça, mesmo empregando a Tecnologia mais sofisticada ao seu alcance. Descobriram que o fabricante da caveira seguiu a natureza do quartzo, e que havia dado forma ao cristal completamente ao contrário.Assim mesmo, a caveira parecia dispor de um elaborado sistema interno de lentes e prismas, devido a forma que reflectia e refractava a luz quando esta passava através dela.O cristal de quartzo não apresenta tais propriedades no estado natural. E ainda que muitos escultores contemporâneos afirmassem poder duplicar a forma externa da caveira de cristal de Mitchell-Hedges, ninguém produziu uma peça que produza o estranho fenómeno que é observado na peça original.Uma das chaves que poderiam desvendar o enigma das caveiras de cristal é o material com que foram talhadas: o Quartzo. Hoje,estamos familiarizados com a utilização deste material em quase todos os aparelhos electrónicos, inclusive os Micro-Chips utilizados em computadores. A propriedade do Quartzo é a sua capacidade de amplificar qualquer corrente eléctrica que passe através de sEssa é a razão por que os computadores são cada vez mais pequenos, já que só necessitam de uma pequena parcela de corrente eléctrica para que funcionem. O consenso geral de quem investigou o mistério é que possivelmente uma ou várias Civilizações Antigas, dotadas de grande sabedoria e avançados conhecimentos cósmicos - se não forem de origem Extraterrestre - introduziram as caveiras de cristal entre seres humanos com a intenção de proporcionar-lhes uma poderosa ferramenta.Tal instrumento seria capaz de ajudar a humanidade a aumentar seu nível de consciência e vibração. Muito se tem a falar sobre estes enigmáticos crânios de vidro, pois as conclusões não são ainda definitivas. Tudo o que se pode dizer é que muitas Culturas Indígenas - Incas, Índios Norte-Americanos, Maias, Astecas, Aborígenes Africanos, etc - conheciam sua existência.
As pedras guias da Georgia


As Pedras guia da Geórgia (Georgia Guidestones) formam um monumento em granito localizado no Condado de Elbert, Geórgia, Estados Unidos e nele estão gravados dez frases em oito línguas modernas: inglês, espanhol, suaíli, hindi, hebreu, árabe, chinês e russo, e uma pequena mensagem, no topo, escrita em quatro antigas línguas: babilônio, sânscrito, grego e em hieróglifos egípcios.
Mensagem contida nas Pedras guia
1. Manter a humanidade abaixo de 500.000.000 em um balanço constante com a natureza.
2. Controlar a reprodução de maneira sábia - aperfeiçoando as condições físicas e a diversidade
3. Unir a humanidade com um novo idioma vigente.
4. Controlar a paixão - fé - tradição - e todas as coisas com razão moderada.
5. Proteger povos e nações com leis e cortes justas.
6. Permitir que todas as nações regulem-se internamente, resolvendo disputas externas em uma corte mundial.
7. Evitar leis insignificantes e governantes desnecessários.
8. Balancear direitos pessoais com deveres sociais.
9. Valorizar a verdade - beleza - amor – procurando a harmonia com o infinito.
10. Não ser um câncer na terra – Deixar espaço para a natureza – Deixar espaço para a natureza.

