domingo, 31 de outubro de 2010

O exorcismo de Anneliese Michel

Anneliese Michel nasceu em 1952, na Baviera, recanto alemão em uma família de forte tradição católica. Aos dezesseis anos, Anneliese passou a ter uma torrente de sintomas, que de início sugeriam problemas mentais. A Clínica Psiquiátrica de Würzburg chegou a um diagnóstico: Anneliese padecia de epilepsia associada à esquizofrenia. Inciou-se então um tratamento intensivo, que durou cerca de um ano. Acreditando estar recuperada, Anneliese completou o segundo grau e posteriormente, ingressou na Universidade de Würzburg, para iniciar o curso de Pedagogia.
Anneliese sonhava em ser professora, porém seus estudos foram interrompidos. Vozes e visões demoníacas atormentavam a jovem de forma cada vez mais constante e opressora. As alucinações começaram enquanto a moça rezava. As vozes, lhe diziam que ela era uma amaldiçoada. Em 1973, Anneliese estava sofrendo de depressão e considerando o suicídio. O seu comportamento tornou-se cada vez mais bizarro, ela rasgava suas roupas, comia carvão e chegou a lamber sua própria urina.

Depois de ser admitida em um hospital psiquiátrico a saúde de Anneliese não melhorou. Além disso, sua depressão começou a se aprofundar. Ela começou a ficar cada vez mais frustrada com a intervenção médica, que não melhorava a sua condição. Em longo termo, o tratamento médico não foi bem sucedido, seu estado, incluindo a sua depressão, agravaram-se com o tempo.

Tendo centrado toda a sua vida em torno da fé católica, Anneliese começou a atribuir sua condição psiquiátrica à possessão demoníaca. Anneliese tornou-se intolerante à lugares e objetos sagrados, como crucifixos, que atribuiu à sua própria possessão demoníaca. Ao longo do curso dos ritos religiosos Anneliese sofreu muito. Foi prescrito para ela medicamentos antipsicóticos, que ela pode ou não ter parado de tomar.

Em junho de 1970, Michel sofreu uma terceira convulsão no hospital psiquiátrico, neste momento foi prescrito pela primeira vez anticonvulsivantes. O nome desta droga não é conhecido e não trouxe alívio imediato aos sintomas de Michel. Ela continuou falando sobre o que ela chamou de “faces do diabo”, visto por ela durante vários momentos do dia. Michel ficou convencida de que a medicina convencional era de nenhuma ajuda. Acreditando cada vez mais que sua doença era de um tipo distúrbio espiritual, ela recorreu à Igreja para executar um exorcismo nela. Naquele mesmo mês, lhe foi prescrita uma outra droga, Aolept (pericyazine), que é uma fenotiazina com propriedades gerais semelhantes às da clorpromazina: pericyazine é usado no tratamento de psicoses diversas, incluindo esquizofrenia e distúrbios de comportamento.

Em novembro de 1973, Michel iniciou o tratamento com Tegretol (carbamazepina), que é uma droga antiepiléptica . Michel tomou o medicamento com frequência, até pouco antes de sua morte.

Frustrado o tratamento psiquiátrico, os pais de Anneliese buscaram o auxílio da Igreja. O padre Ernest Alt acompanhou o caso. Em 1974, ele chegou à conclusão de que havia indícios veementes de possessão demoníaca, o que requereria a realização de exorcismo. Mas somente em setembro do ano seguinte o bispo de Wüzburg autorizou o ritual, conforme os procedimentos previstos no Rituale Romano.

Por essa época, Anneliese já tinha assumido um comportamento cada vez mais irascível. Ela insultava, espancava e mordia os outros membros da família, além de dormir sempre no chão e se alimentar com moscas e aranhas, chegando a beber da própria urina. Anneliese podia ser ouvida gritando por horas em sua casa, enquanto quebrava crucifixos, destruía imagens de Jesus Cristo e lançava rosários para longe de si. Ela também cometia atos de auto-mutilação, tirava suas roupas e urinava pela casa com frequência.

Anneliese foi submetida há 67 sessões de exorcismo que se seguiram, numa freqüência de uma ou duas por semana, e se prolongaram inicialmente por cerca de nove meses, durante os quais ela muitas vezes tinha que ser segurada por até três homens ou, em algumas ocasiões, acorrentada. Ela também lesionou seriamente os joelhos em virtude das genuflexões compulsivas que realizava durante o exorcismo, aproximadamente quatrocentas em cada sessão.
Nas sessões, que foram documentadas em quarenta fitas de áudio para preservar os detalhes, Anneliese manifestou estar possuída por, pelo menos, seis demônios diferentes, que se autodenominavam Lúcifer, Caim, Judas, Nero, Hitler e Fleischmann, um padre caído em desgraça no século XVI.
Todavia, o Rituale Romanum, assim como o tratamento com psicotrópicos, também não surtiu o efeito desejado.
Após um sonho com a virgem Maria, Anneliese predisse a data de sua morte: 1 de julho de 1976. E exatamente em 1 de julho de 1976, no dia em que Anneliese teria predito sua liberação, ela morreu enquanto dormia. À meia-noite, segundo o que afirmou, os demônios finalmente a deixaram e ela parou de ter convulsões. Anneliese foi dormir exausta, mas em paz, e nunca mais acordou, falecendo aos 23 anos de idade. A autópsia considerou o seu estado avançado de desnutrição e desidratação como a causa de sua morte por falência múltipla dos órgãos. Nesse dia, o seu corpo pesava pouco mais de trinta quilos.
Logo após o falecimento de Anneliese, os padres Ernest Alt e Arnold Renz fizeram o comunicado do óbito às autoridades locais que, imediatamente, abriram inquérito e procederam às investigações preliminares.
Os promotores públicos responsabilizaram os dois padres e os pais de Anneliese de homicídio causado por negligência médica. O bispo Josef Stangl, embora tivesse dado a autorização para o exorcismo, não foi indiciado pela promotoria em virtude de sua idade avançada e seu estado de saúde debilitado, vindo a falecer em 1979. Josef Stangl foi quem consagrou bispo o padre Joseph Ratzinger, que no futuro se tornaria o Papa Bento XVI.
No julgamento, os médicos psiquiatras, que prestaram depoimento, afirmaram que os padres tinham incorrido inadvertidamente em “indução doutrinária” em razão dos ritos, o que havia reforçado o estado psicótico da jovem, e que, se ela tivesse sido encaminhada ao hospital e forçada a se alimentar, o seu falecimento não teria ocorrido.
A defesa judicial dos padres foi feita por advogados contratados pela Igreja. A defesa dos pais de Anneliese argumentou que o exorcismo tinha sido ato lícito e que a Constituição Alemã protege os seus cidadãos no exercício irrestrito de suas crenças religiosas.
A defesa também recorreu ao conteúdo das fitas gravadas durante as sessões de exorcismo, que foram apresentadas ao tribunal de justiça, onde, por diversas vezes, as vozes e os diálogos — muitas vezes perturbadores — dos supostos demônios eram perfeitamente audíveis. Em uma das fitas é possível discernir vozes masculinas de dois supostos demônios discutindo entre si qual deles teria de deixar primeiro o corpo de Anneliese. Ambos os padres demonstraram profunda convicção de que ela estava verdadeiramente possessa e que teria sido finalmente libertada pelo exorcismo, um pouco antes da sua morte. Ao fim do processo, os pais de Anneliese e os dois padres foram considerados culpados de negligência médica e foi determinada uma sentença de seis meses com liberdade condicional sob fiança.
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Este é o áudio real do exorcismo que foi utilizado durante o julgamento. É perturbador!


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Catalepsia

O que é Catalepsia?

É um distúrbio que impede o doente de se movimentar, apesar de continuarem funcionando os sentidos e as funções vitais (só um pouco desaceleradas). A pessoa fica parecendo uma estátua de cera.

Casos

Mary Norah

Mary Norah era uma adolescente de 17 anos em 1871, quando foi declarada morta por causa da cólera. Dez anos depois de sua morte a sepultura foi aberta, pois havia a crença de que o médico poderia ter falsificado o óbito da jovem, uma vez que o mesmo médico havia tentado matar a mãe adotiva da mesma algum tempo antes. Ao abrir as portas do local um assistente encontrou o caixão aberto e metade do esqueleto para fora. Aparentemente Mary acordou de um transe induzido por veneno, ela deve ter forçado a tampa para fora e quando conseguiu desmaiou e bateu a cabeça na estante de alvenaria, causando sua morte definitiva.

Depois de uma cachaçada...

Em 18 de janeiro de 1889 um homem cuja identidade nunca ficou esclarecida dormiu após uma longa bebedeira. Depois de 20 horas de sono os amigos acreditaram que ele estava morto e o sepultaram. Quando um sacristão ouviu batidas vindas da sepultura chamou por ajuda, mas quando ela chegou era tarde. O homem havia feito buracos no caixão para o ar entrar e depois tentou forçar a tampa, quando ela abriu o impacto foi tanto que ele se feriu gravemente na cabeça, morrendo logo em seguida. O caso foi notícia no Daily Telegraph e hoje acreditasse que ele pode ter sido vítima de uma catalepsia causada pelo álcool.

Senhora Blunden

No século XIX já existiam vários mecanismos que supostamente dariam à pessoa enterrada viva a oportunidade de alertar alguém. A senhora Bluden não teve a sorte de contar com um caixão desses em 1896. Ao morrer ela foi colocada no jazigo da família, em uma capela da Inglaterra. Depois do funeral alguns garotos que estavam por perto ouviram um barulho baixo e contaram a uma professora. Ao chegarem no local a tampa do caixão estava aberta e todos testemunharam o último suspiro da pobre senhora. Todos os meios possíveis foram tentados para ressuscitá-la, mas em sua agonia para sair do caixão ela tinha rasgado o rosto na madeira e assim perdeu muito sangue.

Madame Bobin e seu bebê

Em 1901 uma mulher grávida chamada Madame Bobin chegou da África aparentando ter febre amarela. Ela foi transferida para um hospital de tratamento de doenças contagiosas onde acabou “morrendo” e sendo sepultada no cemitério da família. Uma enfermeira contou para os parentes da Madame que ela ainda estava quente e os músculos do abdômen tremiam quando o médico declarou a morte. O pai organizou a exumação do corpo e todos ficaram aterrorizados ao ver que o bebê havia nascido dentro do caixão e morrido por asfixia junto com a mãe.

Salva por Burros

Em novembro de 2009 uma mulher entrou em coma profundo num hospital na Tunísia, os médicos a declaram como morta e rapidamente os parentes organizaram os rituais fúnebres, seguindo a tradição muçulmana. Minutos após o enterro ter acabado dois burros de estimação se aproximaram da cova e ali ficaram batendo os cascos no chão e cheirando a terra. Uma amiga da falecida percebeu algo estranho e foi afugentar os animais, mas quando chegou ao local ela se assustou com gritos vindos do solo. Ela alertou os familiares que chamaram os coveiros para desenterrarem a mulher. Ela sobreviveu e passou duas horas no caixão.

Felisberto Carrasco

Um velhinho de 81 anos acordou no meio de seu próprio velório, para a surpresa de amigos e familiares que choravam sua morte na pequena cidade chilena de Angol. Os familiares de Felisberto Carrasco pensavam que o velhinho estava morto porque o corpo dele estava frio e imóvel. Em vez de chamarem um médico para comprovar a morte, chamaram uma funerária que o levou vestido com sua melhor roupa para o velório. Uma vez retirado do caixão, Felisberto disse que não sentia dor alguma e pediu um copo d'água. As rádios da cidade tiveram que retificar o anúncio da morte, que já havia sido divulgada.

Liang Jinshi

Um chinês sobreviveu após ser enterrado vivo por um erro e ter ficado debaixo da terra por três horas. Os médicos decretaram a morte de Liang Jinshi, um diabético de 40 anos. O corpo de Liang foi enterrado, e três horas depois da cerimônia sua esposa foi ao túmulo, onde, em meio ao silêncio do cemitério, começou a escutar a voz de seu marido. Após avisar os irmãos de Liang, seu corpo foi exumado, e para surpresa e alegria da família, Liang estava vivo. Analistas médicos da província afirmaram que os arranhões no caixão demonstram que Liang permaneceu vivo, em coma, e com respiração, e não descartam que se trate de um caso de catalepsia.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Amityville

"Imagem verídica da casa"
Corria o ano de 1977 quando o escritor Jay Anson lançou o livro «O Horror em Amityville: uma História Verídica», tendo obtido enorme sucesso junto do público e sendo adaptado posteriormente ao cinema. O livro falava sobre experiências paranormais vividas pela família Lutz numa casa mal assombrada localizada na Avenida Ocean 112, em Amityville, Nova Iorque, E.U.A..
Segundo o autor, o livro descreve acontecimentos verídicos. Tudo teria começado a 13 de novembro de 1974 quando seis moradores da casa foram friamente assassinados enquanto dormiam. Ronald DeFeo Jr., de 23 anos, matou a tiro o pai, Ronald DeFeo, a mãe, Louise Brigante-DeFeo, os dois irmãos, Marc e John, e as duas irmãs, Dawn Theresa e Allison Louise. O assassino, que cumpre pena, teria sido mentalmente impelido a cometer o crime por forças «sobrenaturais», provavelmente provenientes de um velho cemitério indígena sobre o qual foi construído o imóvel».
"A retirada dos corpos da família DeFeo"
Jay Anson escreveu que a família Lutz ficou apenas 28 dias na moradia porque não suportou mais a violência dos constantes fenômenos. Portas foram arrancadas, móveis arrastavam, uma estranha substância verde escorria do tecto, nuvens de insetos atacavam as crianças e vozes demoníacas soavam pelos quartos. As forças do mal teriam até expulsado um padre que tentou exorcizá-las.
Pesquisadores como Joe Nickel e Rick Moran estudaram cuidadosamente a história da casa e de todos seus moradores. Entrevistaram vizinhos e também o Padre expulso pelos «espíritos do mal». Todos os que se envolveram no caso acabaram descobrindo que os horrores estavam apenas nas páginas de uma fantasia literária. Entre as muitas contradições comprovadas: as portas nunca foram arrancadas dos seus lugares; as dobradiças, parafusos, fechaduras e maçanetas continuavam como eram antes do crime; a tribo de índios que teria criado o tal cemitério nunca viveu na região de Amityville; o Padre disse que jamais viu nada de anormal na casa; não existe nenhuma ocorrência policial associada ao período da residência da família Lutz, contrariando o que diz o livro e os filmes.
Por fim, Ronald DeFeo Jr. admitiu perante seu advogado, William Weber, que tudo foi uma divertida criação dele em conluio com a família Lutz com o propósito de ganhar dinheiro. Mas, ainda assim, muita gente continua a crer que o episódio realmente aconteceu conforme descreve o livro de ficção.
Certo é que a história continua a fazer render, o que comprova a estreia nos cinemas americanos, a 15 de abril de 2005, de «The Amityville Horror» uma das mais recentes versões da obra, tendo por protagonistas Ryan Reynolds e Melissa George.

James Dean e o Little Bastard

"Estou destinado a morrer de desastre de automóvel"
(James Dean *1931 †1955)

James Dean, ator americano, nascido em Fevereiro de 1931, foi considerado como a personificação da rebeldia da juventude dos anos 50 e, hoje em dia, é um dos ícones culturais dos EUA. Amante de grandes velocidades, Dean participava regularmente em corridas com o seu Porsche 356 Speedster.
Em 1955, James Dean trocou o seu carro por um novo Porsche 550 Spyder e mandou personalizá-lo ao mesmo homem que anos mais tarde viria a desenhar o batmobile. O carro sofreu algumas alterações e recebeu, então, o nome de "The Little Bastard".

O primeiro a quem James mostrou o carro, foi ao actor Alec Guinness, o mesmo que mais tarde viria a protagonizar o filme "Star Wars: Guerra das Estrelas" como o mester jedi Obi-Wan Kennobi, que apenas disse que o carro tinha um ar sinistro e que o amigo acabaria por ser morto pelo carro ao fim de uma semana.
Sete dias depois,No dia 30 de setembro de 1955, James Dean e seu mecânico particular saíram com o propósito de ir para a pista de corridas em Salinas, Califórnia, onde Dean tinha combinado competir com o veiculo. Embora, originalmente, o Porsche devesse ser transportado em um trailer, Dean mudou de idéia e decidiu dirigi-lo.
Acompanhado por Wuetherich, depois de uma hora de viagem, Chegaram a um cruzamento, próximo à cidade de Cholame - James avistou outro carro na contra mão. "Ele tem que parar, ele tem de nos ver",gritou Dean. Mas não foi assim. Dean bateu num Ford Custom Tudor modelo 1950 dirigido por Donald Turnupseed, que vinha na direção oposta e não percebeu a presença do Porsche prateado. O acompanhante de Dean quebrou uma perna e sofreu contusões múltiplas e cortes por todo corpo, mas o astro morreu a caminho do hospital. O motorista do outro carro não quebrou o Nariz declarou que não viu o carro de Dean aproximando-se de frente.

Desde dessa altura, o "The Little Bastard" matou, ou mutilou, todos aqueles que tiveram contacto directo com ele. Isto criou, então, o mito da sua maldição, que perdura até hoje.
George Barris, o personalizador do famoso carro, foi quem ficou com os seu "destroços", comprando a carcaça do carro por 2500 dólares. Logo a tirar o carro do local, quando Barris o mandou retirar, o carro cai do reboque e parte a perna a um mecânico. Foi então que o novo dono do carro decidiu vender algumas das suas peças que ainda estavam capazes, espalhando assim a maldição.

- George Barkuis, o motorista que dirigia o caminhão que foi buscar o carro,morreu quando o Porsche caiu sobre ele no mesmo lugar do acidente.
-George Barris enviou o que sobrou do carro para uma garagem. Assim que o mecânico começou a descarregá-lo, o carro subitamente escorregou, caindo e quebrando as pernas do mecânico.

-O primeiro comprador das peças do Porsche o Dr. Troy McHenry comprou o motor do carro em 1956, mas depois morreu, quando o veículo escapou de seu controle, durante uma corrida na feira de Pomona.

-O segundo comprador o Dr.Richard von Falkenburg durante a mesma corrida, ao fazer uma curva, o seu carro subitamente trava e capota, deixando o condutor gravemente ferido.

Algum tempo depois, George Barris, que ainda detinha o carro, vendeu as únicas peças do carro que, incrivelmente, ficaram intactas: as duas rodas dianteiras, a um homem que, pouco tempo depois, teve um acidente na estrada quando os dois pneus dessas rodas rebentaram simultaneamente.
-Mas, à medida que o tempo passava e as histórias do 550 Spyder eram contadas, este ia ganhando fama e despertava grande curiosidade em toda a gente, e foi então que dois meninos, motivados por essas histórias, quiseram roubar o que ainda sobrava do carro. Os dois assaltantes tentaram roubar o volante e o banco do condutor, que ainda estava sujo com o sangue de Dean. Um ficou com um braço rasgado, enquanto que o outro acabou ferido em várias partes do corpo, e nenhum consegiu levar o que queria...
Todos estes incidentes levaram George Barris a esconder o carro, mas rapidamente foi convencido pela policia da Califórnia a expo-lo no sentido de consciencializar as pessoas sobre a responsabilidade na estrada.
-Durante a primeira exposição, a garagem onde o carro onde James Dean morrera estava exposto incendiou-se. Tudo o que havia para arder,ardeu,tudo o que havia para queimar, queimou,nada se safou, à exceção do carro, que permaneceu intacto,exactamente igual ao dia em que ali foi posto.
-Na segunda exposição, que ocorreu numa escola, o suporte onde o "Little Bastard" estava exposto parte, deixando-o cair sobre um aluno que estava a admira-lo, partindo-lhe a bacia.
Desde então o carro foi transportado várias vezes de local em local. Numa delas, o camião que o transportava tem um acidente, (novamente) devido ao condutor perder o controle sobre o carro, capota e o condutor acaba morto esmagado pelo carro amaldiçoado.

-Em 1958, Barris emprestou a carroceria do Porsche 550 para ser exposta numa amostra sobre segurança veicular em Miami, Flórida. Quando o carro foi colocado em cima do caminhão para ser levado a Los Angeles desapareceu misteriosamente. Nunca chegou ao seu destino. Até hoje, o paradeiro do "Little Bastard" é desconhecido por completo.

O mistério das caveiras de cristal
















No final da Década de 1890 apareceram no México duas caveiras de quartzo transparente. Tratava-se de duas peças únicas no seu género, supostamente descobertas por mercenários que obtiveram as caveiras de camponeses locais, que por sua vez, roubaram de tumbas da região. Uma dessas peças é conhecida actualmente como "A Caveira de Cristal Britânica". Ao que parece, a famosa joa1heria Nova Iorquina Tiffany''s comprou uma das caveiras e depois, em 1898, o Museu Britânico adquiriu-a e ela permanece lá até hoje...A outra é chamada de "Caveira de Paris", exposta no Museu Trocadero, da Capital Francesa. Tem uma agulheta que atravessa de cima a baixo (supostamente feita por um grupo cristão para inserir nela uma cruz). Seu estilo, forma e corte são similares a outras caveiras de cristal mais pequenas descobertas em diversas ruínas do México e atribuídas aos Astecas. Os traços faciais são muito toscos se comparados com as demais do mesmo material, mas esta é quase de tamanho humano.No momento em que saiu a público o mistério das caveiras de cristal apareceu o chamado crânio de Mitchell-Hedges. Esta peça foi descoberta nas ruínas de uma cidade Maia em Belize (Honduras Britânicas) em 1924. Naquele ano, o explorador F. A. Mitchell-Hedges realizou uma expedição ao coração de Belize com a intenção - segundo o relato da sua filha adoptiva, Arma - de encontrar evidências arqueológicas da Atlântida perdida.Os nativos locais guiaram-no até umas ruínas Maias, completamente escondidas pela vegetação. Assim que a eliminaram com fogo, surgiu uma enorme cidade com muitos edifícios. Ao que parece, e antes do descobrimento oficial aquela localidade recebia, no dialecto Maia, o nome de Lubaantum, (Cidade da Pedra Caída). Arma afirma que no dia de seu 17º aniversário, enquanto caminhava pelas ruínas, algo reflectiu a luz do Sol, atraindo a sua atenção. Naqueles dias, seu pai encontrava-se na Inglaterra arrecadando recursos financeiros para a expedição, e quando regressou, Arma mostrou-lhe imediatamente o referido lugar.Após algumas horas levantando pedras pesadas, ajudados pela população local, acharam a parte superior de um crânio de cristal perfeito. Seis semanas mais tarde, numa área diferente, cheia de andares, a mesma equipe de homens descobriu a sua mandíbula. Tratava-se de um objecto fabricado com quartzo transparente, formado por duas peças distintas, com uma mandíbula articulada e do mesmo tamanho que um crânio humano.Em 1964, Arma Mitchell-Hedges conheceu um pesquisador de enigmas Arqueológicos chamado Frank Dorland, durante a Exposição Universal de Nova York. Dorland investigou esta caveira de cristal durante os seis anos seguintes até que, finalmente, decidiu levá-la a Hewlett Packard, uma companhia de computadores.Esta empresa, que dispõe de um dos laboratórios de cristal mais sofisticados do Mundo, examinou o crânio em 1971. Entretanto, os especialistas não se mostraram demasiados seguros em poder duplicar a peça, mesmo empregando a Tecnologia mais sofisticada ao seu alcance. Descobriram que o fabricante da caveira seguiu a natureza do quartzo, e que havia dado forma ao cristal completamente ao contrário.Assim mesmo, a caveira parecia dispor de um elaborado sistema interno de lentes e prismas, devido a forma que reflectia e refractava a luz quando esta passava através dela.O cristal de quartzo não apresenta tais propriedades no estado natural. E ainda que muitos escultores contemporâneos afirmassem poder duplicar a forma externa da caveira de cristal de Mitchell-Hedges, ninguém produziu uma peça que produza o estranho fenómeno que é observado na peça original.Uma das chaves que poderiam desvendar o enigma das caveiras de cristal é o material com que foram talhadas: o Quartzo. Hoje,estamos familiarizados com a utilização deste material em quase todos os aparelhos electrónicos, inclusive os Micro-Chips utilizados em computadores. A propriedade do Quartzo é a sua capacidade de amplificar qualquer corrente eléctrica que passe através de sEssa é a razão por que os computadores são cada vez mais pequenos, já que só necessitam de uma pequena parcela de corrente eléctrica para que funcionem. O consenso geral de quem investigou o mistério é que possivelmente uma ou várias Civilizações Antigas, dotadas de grande sabedoria e avançados conhecimentos cósmicos - se não forem de origem Extraterrestre - introduziram as caveiras de cristal entre seres humanos com a intenção de proporcionar-lhes uma poderosa ferramenta.Tal instrumento seria capaz de ajudar a humanidade a aumentar seu nível de consciência e vibração. Muito se tem a falar sobre estes enigmáticos crânios de vidro, pois as conclusões não são ainda definitivas. Tudo o que se pode dizer é que muitas Culturas Indígenas - Incas, Índios Norte-Americanos, Maias, Astecas, Aborígenes Africanos, etc - conheciam sua existência.

As pedras guias da Georgia





As Pedras guia da Geórgia (Georgia Guidestones) formam um monumento em granito localizado no Condado de Elbert, Geórgia, Estados Unidos e nele estão gravados dez frases em oito línguas modernas: inglês, espanhol, suaíli, hindi, hebreu, árabe, chinês e russo, e uma pequena mensagem, no topo, escrita em quatro antigas línguas: babilônio, sânscrito, grego e em hieróglifos egípcios.


Mensagem contida nas Pedras guia

1. Manter a humanidade abaixo de 500.000.000 em um balanço constante com a natureza.

2. Controlar a reprodução de maneira sábia - aperfeiçoando as condições físicas e a diversidade

3. Unir a humanidade com um novo idioma vigente.

4. Controlar a paixão - fé - tradição - e todas as coisas com razão moderada.

5. Proteger povos e nações com leis e cortes justas.

6. Permitir que todas as nações regulem-se internamente, resolvendo disputas externas em uma corte mundial.

7. Evitar leis insignificantes e governantes desnecessários.

8. Balancear direitos pessoais com deveres sociais.

9. Valorizar a verdade - beleza - amor – procurando a harmonia com o infinito.

10. Não ser um câncer na terra – Deixar espaço para a natureza – Deixar espaço para a natureza.

Guilhotina - a gélida lamina da morte

"Repleta teu cesto divino com cabeças de tiranos.../Santa Guilhotina, protetora dos patriotas,/Rogai por nós./Santa Guilhotina, calafrio dos aristocratas,/Protegei-nos!"

(Prece revolucionária, 1792-1794)

A guilhotina é um instrumento utilizado para aplicar a pena de morte por decapitação. O aparelho é constituído de uma grande armação reta (aproximadamente 4 m de altura) à qual é suspensa uma lâmina triangular pesada (cerca de 40 kg). A lâmina é guiada à parte superior da armação por uma corda, e fica mantida no alto até que a cabeça do condenado seja colocada sobre uma barra que a impede de se mover. Em seguida, a corda é liberada e a lâmina cai de uma distância de 2,3 metros, seccionando o pescoço da vítima. (As medidas e peso indicados são os das normas francesas).

Foi o médico francês Joseph-Ignace Guillotin (1738-1814) que sugeriu o uso deste aparelho na aplicação da pena de morte. Guillotin considerava este método de execução mais humano do que o enforcamento ou a decapitação com um machado. Na realidade, a agonia do enforcado podia ser longa, e certas decapitações a machado não cumpriam seu papel ao primeiro golpe, o que aumentava consideravelmente o sofrimento da vítima. Guillotin estimava que a instantaneidade da punição era a condição necessária e absoluta de uma morte decente.

Mas não foi ele o inventor desse aparelho de cortar cabeças, usado muitos séculos antes. Guillotin, na verdade, apenas sugeriu sua volta na Revolução Francesa como eficiente método de execução humana. O aparelho serviu para decapitar 2794 "inimigos da Revolução" em Paris.


No primeiro projeto de guilhotina havia uma lâmina horizontal. Foi o doutor Louis, célebre cirurgião da época, que preconizou, em um relatório entregue em 7 de março de 1792, a construção de um aparelho a lâmina oblíqua, única maneira de matar todos os condenados com certeza e rapidez, o que era impossível com uma lâmina horizontal.

Calculam-se 15 mil vítimas da guilhotina entre 1792 e 1799.



Guilhotinados Célebres (França)

21 de janeiro de 1793 : Louis XVI, ex-rei da França
16 de outubro de 1793 : Maria-Antonieta da Áustria, ex-rainha da França
8 de maio de 1794 : Lavoisier, químico francês, considerado o criador da Química moderna.

(Fonte: Wikipédia)


Este foi o primeiro projeto de guilhotina a ser inventado. Era feito de madeira e pregos. O condenado colocava seu pescoço no espaço determinado e um dos carrascos segurava uma "lâmina" de madeira, enquanto outro desferia um golpe certeiro com o machado nesse pedaço de madeira que decepava a cabeça do acusado. Nem preciso falar que nem sempre se conseguia uma morte rápida.

O sanatório de Waverly Hills


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Foi considerado o lugar mais “assombrado” de todas as Américas (retirando a liderança do Teatro Municipal do Rio de Janeiro).
O Sanatório de WAVERLY HILLS construído em 1910 para abrigar pessoas com tuberculose. A doença estava começando, era altamente contagiosa então eles construíram o hospital para abrigar umas 50 pessoas, dar descanso a elas e afastá-las do resto da população.
Acontece que a Tuberculose se transformou numa epidemia, e o sanatório ficou superlotado com 150 pessoas. Então eles aumentaram o hospital, em 1926 abriu o hospital da foto acima, com cinco andares e capacidade para receber até 500 pacientes da Praga Branca.
O lugar era perfeito com varandas enormes para os doentes pegarem ar mesmo em dias de chuva, já que a doença ataca o pulmão. Médicos dedicados que arriscavam suas vidas para cuidar dos pacientes. Mas a doença era cruel, não tinha cura e no sanatório morreram mais de 63mil pacientes.
No local se construiu um túnel para levar os médicos e pessoas que trabalhavam no sanatório até o lado de fora por trás dele, onde tinham casas para os médicos ficarem e não voltarem para a cidade com risco de trazer a doença. Mas com no auge da epidemia morriam 3 pessoas por hora, e o túnel foi usado para se levar os corpos dos mortos para suas famílias sem que os outros pacientes vissem... Esse Túnel ficou conhecido como túnel da morte.
Também teve o caso de uma enfermeira que ficou muito deprimida com a situação dos doentes e se suicídou dentro do sanatório. O local do suicídio também ganho fama o Quarto 502.
Quando descobriram os antibióticos veio a cura da Tuberculose, a doença foi erradicada e o sanatório Waverly Hill fechou as portas em 1961. Tentaram reabrir as portas em 1962 como um asilo para idosos, mas ele logo fechou com acusações de abusos dos pacientes.
Desde 2001 o local foi vendido, os proprietários Mattingly abriram as portas do sanatório para visitas por 80 Euros. A partir dai milhares de relatos existem de assombrações no Sanatório. Existem muitas fotos, videos, e EVPs gravados lá dentro com atividades paranormais.
Paranormais e programas de TV do mundo todo visitam o local para fazer pesquisas...

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Quarto 502

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Negativo de uma foto de 2006 onde aparece um fantasma dentro do sanatório.

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Saída do Túnel da Morte

Os filmes mais ''doentios'' já feitos pelo homem.

eu como fã incondicional de cinema não poderia deixar esse post de fora.

Subconscious Cruelty
Subconscious Cruelty (Canada, 1999): Escrever uma sinopse para “esta coisa” é tão dificil quanto assistí-lo. Filme blasfemo, surreal e atmosférico, uma viagem aos abismos da mente e a capacidade de crueldade de todo ser humano. Imagens dilacerantes, chocantes de evocações malignas, assassinatos de bebês, sacrifícios cristãos, órgãos devorados, perversão sexual explícita, tudo saído direto da mente de um canadense insano (o diretor Karim Hussain), que fez um dos longas mais bizarros e polêmicos de todos os tempos. Censurado e banido em quase todos os países onde foi exibido, possui uma aura de misticismo ao seu redor de fazer inveja a O Exorcista.

Begotten

Begotten (EUA, 1990): Obra de arte revolucinária ou pretensão verborrágica de uma mente profana? Filmado com película em 16mm reversível, própria para slides, a obra do diretor, dramaturgo, poeta e pintor Edmund Elias Merhige é um radical experimento artístico, capaz de fascinar ou irritar. São 78 longos minutos de imagens sombrias e perturbadoras com direito a tripas escorrendo, sexo oral explícito, auto-flagelação, estupro e muuuita blasfemia. Religiosos devem passar longe deste longa que traz personagens com nomes altamente simbólicos como “Deus Suicidando”, “Mãe Terra” e “Carne Sobre Ossos”. Seja abordado por entusiastas ou detratores, algo é certo: é impossível considerá-lo um trabalho vulgar. Talvez o mais facilmente digerível desta lista, é também um dos mais doentios e inovadores filmes jamais realizados.

Nekromantik
Nekromantik (Alemanha, 1987): Sujeito que trabalha no resgate de corpos mutilados rouba cadáveres para fazer sexo com os defuntos. Sua esposa vive com ele uma rotina de contato com órgãos humanos em decomposição numa aparente harmonia que culmina até em um absurdo “menage à trois”. Crueldade com animais, auto-mutilação e muita insanidade permeiam o filme do inicio ao final. O diretor Jorg Buttgereit conseguiu ser banido e até processado em vários paises por causa desta sua obra. O filme ficou em um limbo underground por muitos anos até ressurgir no final dos anos 1990 com seu lançamento em DVD onde agaranhou um novo séquito de admiradores.

Antropophagus

Antropophagus (Itália, 1980): Este seria apenas mais um horror de quinta categoria não trouxesse uma cena absurda onde um lunático canibal traça à mordidas um feto humano ainda com o cordão umbilical ligado a mãe que foi forçada a abortar. O diretor italiano Joe D’Amato conhecido por seus filmes sangrentos e pornôs de todo tipo foi perseguido e acusado de usar um feto humano real na cena. Apesar de ter sido comprovado tratar-se de efeitos de maquiagem com um coelho sem pele, D’Amato acabou adquirindo uma grande aura marginal, quase de um criminoso insensível e cruel. A fita, que segue a risca a cartilha dos slasher movies onde os personagens vão morrendo um a um, teve uma refilmagem em 1999 pelo diretor alemão Andreas Schnaas com violência quintuplicada.

Aftermath
Aftermath (Espanha, 1994): Dois legistas estão trabalhando em um necrotério. Um deles encara o serviço como algo corriqueiro, já o olhar do segundo sinaliza algo errado. Assim que ele se encontra sozinho na gélida sala de autópsia, a podreira tem inicio com o estupro de um cadáver semi-destroçado. O uso excessivo de fades pode desagradar alguns, mas funciona na proposta estética do espanhol Nacho Cerdà em representar a morte com um constante jogo de brutalidade e beleza. Assim como The Awakening, seu primeiro curta sobre necrofilia, Aftermath não possui um único diálogo. O cineasta rodou a carnificina com takes longos, câmeras contemplativas e apenas Mozart na trilha sonora.

Singapore Sling
Singapore Sling (Grécia, 1990): Homem sem nome (mais tarde apelidado de Singapore Sling) sai em busca de sua esposa misteriosamente desaparecida e vai parar numa casa onde duas mulheres (mãe e filha) o obrigam a participar de jogos de tortura sexual. Absurdo, demente, violento, depravado e fetichista, não necessariamente nesta ordem. O longa do grego Nikos Nikolaidis é um prato cheio para quem gosta de cinema extremo e pensa que já viu de tudo nesta vida.

Thriller: A Cruel Picture
Thriller: A Cruel Picture (Suécia, 1974): Cenas de sexo explícito, violência grosseira, consumo de drogas, uma trama absurda e figurinos pra lá de escabrosos são alguns dos ingredientes deste longa dirigido pelo sueco Bo Arne Vibenius, um colaborador frequente do mestre Ingmar Bergman que largou os filmes de arte para abraçar o mundo dos exploitation. Na trama, uma garota muda é seduzida por um malandro que a introduz no mundo das drogas pesadas e, em seguida, a obriga se prostituir. No primeiro programa, ele discute com o cliente e o cafetão lhe rasga o olho. A cena é famosa e foi realizada com o uso de um cadáver. Quem assistiu ao curta Um Cão Andaluz de Luiz Buñuel vai fazer a óbvia ligação. Depois de sofrer mais uma dezena de maus-tratos que me recuso a enumerar, a protagonista decide dar um basta em tanta humilhação. Ela faz aulas de karatê, tiro e perseguição automobilística arquitetando a vingança contra seus algozes. Tarantino declarou que inspirou-se em Thriller (também conhecido como They Call Her One Eye) para fazer o seu Kill Bill.

MULHER COMPLETAMENTE CONGELADA "REVIVE" HORAS DEPOIS.



Em ocasiões, a natureza do corpo humano surpreende-nos superando com sobras os limites do que consideramos normal, e este caso é um exemplo perfeito do que estou falando. Imaginem, Lenby, Minnesota, EUA. Em uma tremendamente fria manhã de inverno de 1981, um garoto de 19 anos descobre sua vizinha adolescente Jean Hilliard tombada na neve. Todo seu corpo está rígido e congelado, já que permaneceu à intempérie toda a noite a uma temperatura de até 25ºC abaixo de zero.


Aparentemente Jean teve um acidente em seu carro, que patinou no gelo, e tentou desesperadamente atingir a casa de seu vizinho em busca de ajuda. Quando este encontrou seu corpo, chamou imediatamente os paramédicos que levou-a rapidamente ao hospital local, onde seu estado assombrou aos médicos. Uma das enfermeiras afirmou que Jean estava tão fria, que era como se tivessem tirado-a de um congelador e que seu rosto estava absolutamente branco, tinha a palidez dos mortos. Jean sofria de hipotermia severa e os médicos não conseguiam mover ou dobrar nenhuma de suas articulações.

O pessoal do hospital fez todo o que pôde, mas sua situação era extrema. Ainda no caso de que Jean viesse a recuperar a consciência, muito provavelmente seu cérebro teria sofrido danos severos. Ademais, o grau de congelamento era tal, que os médicos pensavam em amputar ambas pernas. Sua família não podia fazer nada, salvo esperar um milagre.

Duas horas mais tarde, Jean sofreu violentas convulsões e recuperou a consciência. Encontrava-se perfeitamente tanto mental como fisicamente, ainda que um pouco confusa. Inclusive o congelamento foi desaparecendo lentamente de suas pernas, para assombro dos médicos. Quarenta e nove dias depois recebeu alta sem perder nem uma unha, e com apenas algumas manchas pelo corpo.

Os verdadeiros ortos-vivos da Indonesia



zumbideverdade

Na Indonésia (especialmente em Toraja), um cadáver é acordado deixando-o que ande a pé até seu túmulo (é raro, mas ainda é realizado).

O cadáver é acordado usando magia negra. Isso é feito em Toraja porque as sepulturas/cemitérios são colocadas em montanhas calcárias (o que conserva melhor os corpos).

O corpo anda por si só, e é orientada por um especialista em magia negra que fica atrás dele. Mas existe uma proibição, o cadáver não deve ser nomeado. Uma vez que comandado o cadáver cai e não é capaz de andar novamente.